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Colapso Econômico, Fome e Miséria Programados e Iminentes.

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Mac 
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Gonçalo Martins 
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Isto é o que qualquer pessoa que acompanha os jornais denota facilmente.

Mas a culpa é do Socrates....

A recusa ao FMI (por parte do socrates) acham que é porque? Evitar austeridade exessiva a todo o custo. Uma tentativa da Europa de parar o problema em Portugal... Porque acham que o BCE anda a comprar divida portuguesa feito doido? Porque acham que Portugal aparece todos os dias em destaque na edição online do financial times? Porque acham que a UE quer aprovar (alargar) um fundo de ajuda interno, para os membros não recorrerem ao FMI?

Porque acham que os ratings de portugal começaram a descer à uns meses a trás? sem razão aprente! E continuavam a descer? Quem faz os ratings são empresas privadas...

Porque é que acham que o Passos coelho éra defensor do FMI e agora já diz que espera não ser necessário FMI? (depois de ter ido a bruxelas uns dias itos...)

A contaminação da crise à espanha coloca a europa de joelhos.... só o bail out à espanha é 1.4 bilioes euros... Financiado em parte pelo IMF ;)

é o que tenho vindo a dizer num topico no forum por aqui algures, mas toda a gente só fala do socrates currupto, do socrates não engenheiro e do socrates arrogante! (não têm a minima noção que portugal está num mundo globalizado e que possui muito mais peso economicamente do que se pensa!)

http://econsguide.blogspot.com/2009/03/imf-devil-within-or-saviour-of-soul.html
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Mac 
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Estas crises são todas programadas pelas grandes instituições financeiras para seu beneficio, e querem dominar o Mundo.

Vemos no caso de Portugal, onde os juros estão constantemente a subir apesar de haver esforços por parte dos portugueses, e as medidas foram duras, mas quem domina os mercados são essas tais instituições que querem que haja esta crise para seu beneficio e conseguir dominar, vemos também nas agencias de rating estão sempre a cortar, e porquê? para causar especulação para assim pedir ajuda as instituições.

Estas empresas de rating fazem parte todas do mesmo, o que eles querem é dinheiro com as crises.
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Jota Jota 
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Quem tem dinheiro, tem poder. Tão simples como isto.

Caso não saibam, o 11 de Setembro já estava programado há carrada de anos... Ah, e não pelos ditos terroristas aliados ao Bin Laden. Estava programado sim, mas pelos Maços Americanos.

Tirem as vossas dúvidas:


No final do documentário vão verificar que todo o ouro guardado nos cofres que estavam nas caves do WTC, desapareceu... Também houve vários seguros renovados para valores exorbitantes... Aconselho vivamente a verem ate ao fim este documentário e a associarem-no com a Maçonaria, depois de uma aprofundada pesquisa. Irão ver que muita coisa começa a fazer sentido.

Para quem não está dentro da temática Maçonaria/Illuminati, muito resumidamente são sociedades secretas que pretendem controlar o mundo. Parece uma cena de filme, mas é verdade.
Bush era Maçon, tal como a maioria dos presidentes dos Estados Unidos.

http://tilesexperts.com/wordpress/os-illuminati/illuminati-os-presidentes-dos-estados-unidos-macons/

Pesquisem um pouco também sobre Nova Ordem Mundial (NWO).

Não me vou alargar muito porque isto é tema em que me alongaria a escrever durante a noite toda e amanha é dia de trabalho...  lol  :P
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Tiago Martins 
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Acabei de ver o video todo e estou completamente pasmado, têm razão em tantos aspectos que torna (quase) todas as teorias do governo nulas...
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kaydara 
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viva a anarquia ?
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pmra 
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O Socrates não é maçon tal como a grande maioria dos politicos portugueses?...
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Gonçalo Martins 
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O Socrates não é maçon tal como a grande maioria dos politicos portugueses?...

Agora não sei, mas em 2006 falava-se do processo portucale:

"Em plena investigação do processo Portucale (um caso de alegado tráfico de influências para a aprovação de um projecto imobiliário do grupo Espírito Santo), a conversa passou pela maçonaria e pelo seu poder. Abel Pinheiro e Gomes da Silva concordavam que os maçons estavam sob fogo cerrado de José Sócrates. O futuro primeiro ministro era acusado de afrontar a irmandade do Grande Oriente Lusitano (GOL) ao não acolher nenhum maçon para o Governo.

Abel Pinheiro e Rui Gomes da Silva defendiam que as nomeações para ministro teriam de respeitar uma espécie de quota maçónica. E estavam indignados por Sócrates não seguir o jogo de bastidores, afastando a maçonaria (e também o Opus Dei) dos lugares de decisão politica. Também diziam que a ausência de apoio maçónico iria deixar vulnerável o futuro Governo."

no entanto com o tempo foram entrando alguns (poucos), para o governo.
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pmra 
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Vi esta noticia no ionline, que por achar de interesse aqui partilho:

Citar
Islândia. O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão

A crise levou os islandeses a mudar de governo e a chumbar o resgate dos bancos. Mas o exemplo de democracia não tem tido cobertura


Os protestos populares, quando surgem, são para ser levados até ao fim. Quem o mostra são os islandeses, cuja acção popular sem precedentes levou à queda do governo conservador, à pressão por alterações à Constituição (já encaminhadas) e à ida às urnas em massa para chumbar o resgate dos bancos.

Desde a eclosão da crise, em 2008, os países europeus tentam desesperadamente encontrar soluções económicas para sair da recessão. A nacionalização de bancos privados que abriram bancarrota assim que os grandes bancos privados de investimento nos EUA (como o Lehman Brothers) entraram em colapso é um sonho que muitos europeus não se atrevem a ter. A Islândia não só o teve como o levou mais longe.

Assim que a banca entrou em incumprimento, o governo islandês decidiu nacionalizar os seus três bancos privados - Kaupthing, Landsbanki e Glitnir. Mas nem isto impediu que o país caísse na recessão. A Islândia foi à falência e o Fundo Monetário Internacional (FMI) entrou em acção, injectando 2,1 mil milhões de dólares no país, com um acrescento de 2,5 mil milhões de dólares pelos países nórdicos. O povo revoltou-se e saiu à rua.

Lição democrática n.º 1: Pacificamente, os islandeses começaram a concentrar-se, todos os dias, em frente ao Althingi [Parlamento] exigindo a renúncia do governo conservador de Geir H. Haarde em bloco. E conseguiram. Foram convocadas eleições antecipadas e, em Abril de 2009, foi eleita uma coligação formada pela Aliança Social-Democrata e o Movimento Esquerda Verde - chefiada por Johanna Sigurdardottir, actual primeira-ministra.

Durante esse ano, a economia manteve-se em situação precária, fechando o ano com uma queda de 7%. Porém, no terceiro trimestre de 2010 o país saiu da recessão - com o PIB real a registar, entre Julho e Setembro, um crescimento de 1,2%, comparado com o trimestre anterior. Mas os problemas continuaram.


Lição democrática n.º 2: Os clientes dos bancos privados islandeses eram sobretudo estrangeiros - na sua maioria dos EUA e do Reino Unido - e o Landsbanki o que acumulava a maior dívida dos três. Com o colapso do Landsbanki, os governos britânico e holandês entraram em acção, indemnizando os seus cidadãos com 5 mil milhões de dólares [cerca de 3,5 mil milhões de euros] e planeando a cobrança desses valores à Islândia.

Algum do dinheiro para pagar essa dívida virá directamente do Landsbanki, que está neste momento a vender os seus bens. Porém, o relatório de uma empresa de consultoria privada mostra que isso apenas cobrirá entre 200 mil e 2 mil milhões de dólares. O resto teria de ser pago pela Islândia, agora detentora do banco. Só que, mais uma vez, o povo saiu à rua. Os governos da Islândia, da Holanda e do Reino Unido tinham acordado que seria o governo a desembolsar o valor total das indemnizações - que corresponde a 6 mil dólares por cada um dos 320 mil habitantes do país, a ser pago mensalmente por cada família a 15 anos, com juros de 5,5%. A 16 de Fevereiro, o Parlamento aprovou a lei e fez renascer a revolta popular. Depois de vários dias em protesto na capital, Reiquiavique, o presidente islandês, Ólafur Ragnar Grímsson, recusou aprovar a lei e marcou novo referendo para 9 de Abril.

Lição democrática n.º 3: As últimas sondagens mostram que as intenções de votar contra a lei aumentam de dia para dia, com entre 52% e 63% da população a declarar que vai rejeitar a lei n.o 13/2011. Enquanto o país se prepara para mais um exercício de verdadeira democracia, os responsáveis pelas dívidas que entalaram a Islândia começam a ser responsabilizados - muito à conta da pressão popular sobre o novo governo de coligação, que parece o único do mundo disposto a investigar estes crimes sem rosto (até agora).

Na semana passada, a Interpol abriu uma caça a Sigurdur Einarsson, ex-presidente-executivo do Kaupthing. Einarsson é suspeito de fraude e de falsificação de documentos e, segundo a imprensa islandesa, terá dito ao procurador-geral do país que está disposto a regressar à Islândia para ajudar nas investigações se lhe for prometido que não é preso.

Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media - que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet. É a lição número 4 ao mundo, de uma lista que não parece dar tréguas: é que toda a revolução islandesa está a passar despercebida nos media internacionais.
Fonte: Ionline

Estas coisas têm de ser do conhecimento geral.
Acho que isto devia ser divulgado por todos.
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Gonçalo Martins 
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Sim mas esses protestaram por coisas relevantes, e não porque lhes apetecia trabalhar menos e ter muitos direitos.

Protestaram, porque os lideres politicos estávam "chanados" da cabeça:

privatizar uma porrada de bancos privados (muito muito que dinheiro necessario)

2 terem que ser os habitantes a pagar as dividas contraídas pelo privado apos privatização (que corresponde a 6 mil dólares por cada um dos 320 mil habitantes do país, a ser pago mensalmente por cada família a 15 anos, com juros de 5,5%)


Cá em portugal aumentam o Iva, e todas as classes que vivem à "mama" do subsidio de desemprego saem à rua (professores, artistas, etc..., estudantes universitarios do 1º ano que ja sabem ir para o desemprego (porque foram pra univ?)...) compreendo as coisas das vocações, mas quando se profissionalizam ^tem que ter em conta o emprego. mas sim o desemprego tambem subio. Mas querem o que? não existe dinheiro para investir. Em alguns modelos macroecnomicos o investimento = poupança. Onde é que os portugueses poupam? endividam-se antes aos bancos.... E os bancos e agencias de credito fazem publicidade agressiva para que o pessoal se endivide ainda mais...

se eles não aumentasses os impostos por cá, o pais deixava de ter dinheiro... e por muito que se pense que se paga o preço total da água, electricidade, estradas, saude (~30 € de taxas moderadoras para engessar uma perna - ao estado custa 1500€ (e os idosos estão isentos das taxas, sendo estes que mais utilizam o SNS)), tál não é verdade... o que se paga é uma "taxa moderadora ao consumo", o estado financia-se nos mercados para manter o pais a funcionar... sem o dinheiro dos mercados (a um juro razoavel) o pais bate a bota, ou tem que recorrer ao FMI - que é indiferente às condiçoes socio-culturais e exige que a sua vontade seja feita para emprestar o dinheiro, de forma a que um pais continue a funcionar.


Isto para dizer: Existem PROTESTOS, e protestos...