Mensagens - Diogo Pinto

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Qual é o perfil do teu utilizador?

Sugestões por alto: betting offers (bet.pt, e outras casas de apostas)

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Divulgação de projectos / Re: Em Nome do Cinema
« em: 06/Jan/2017 16:44 »
Gostei especialmente das categorias de "Listas", mas a partir do momento em que reparei que o clickjacking (ou o likejacking) é prática, fechei o site e não tenciono voltar a abrir. :( Conselho: evita essas práticas!

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Bem, grande tópico que explica bem a importância das pessoas certas na nossa equipa, embora não compactue com os VA (especialmente Filipinos), já vou explicar mais abaixo porquê.

Na minha opinião delegar é fundamental - e na minha experiência nada é mais eficaz que um contrato de trabalho ou a existência de um espaço físico onde as pessoas partilham processos, procedimentos e, sobretudo, tempo juntas. Explico em baixo também porquê.

O meu passado com VAs...

Para contexto, VA = Virtual Assistant

1/09/2015: Contratei um VA filipino, propôs pagar cerca de 250$ e ele dispunha de um período trabalho de cerca de 12 horas para mim. Eu fiquei extremamente preocupado com o facto de ter alguém disposto a "escravizar-se" por esse valor (nem estou a brincar) e propus imediatamente que apenas queria a sua ajuda durante 4 horas por dia (durante a noite em PT para estarmos os dois online) e pagar 120$. Ele poderia arranjar outras parcerias ao mesmo tempo.

PROBLEMA: rapidamente descobri que eu não tinha um virtual assistant. Tinha dezenas deles, que trabalhavam em escritórios e assumiam a personagem de apenas um. Isto foi aparente após cerca de 2 semanas quando se lia um texto em inglês e percebias que tinha sido escrito por três pessoas diferentes. Abordei um grande nome nesta indústria e pedi referências e rapidamente me explicou que nestes escritórios, eles contratam pessoas a ganhar salários míseros e a gerir várias pessoas, criando personagens fictícias...

Não quis compactuar com isto e senti-me defraudado... VA nunca mais.

Antes de contratar - associar

Isto é matéria para um futuro post. Pesquisem: teoria de Herzberg. Mas resumidamente...

Em todos os negócios que tenho, ou tenho um "braço direito" ou sou o braço direito. Isto é fundamental - eu dou às pessoas que querem sentir responsabilização e motivação para trabalhar todas as ferramentas. Incluo-as nos meus projetos, além de pagar dividendos, divido revenues. E não estamos a falar apenas de negócios online, isto acontece maioritariamente em negócios offline.

Isto traz (como já infelizmente me aconteceu) um grande risco associado de desilusão... mas a desilusão é uma aprendizagem. Atualmente, e recomendo que tenham cuidado, apenas faço contratos tácitos e verbais com pessoas da minha confiança máxima para ocuparem "essas posições". Não queiram, especialmente em Portugal, ter uma empresa em sociedade, se são pessoas emocionais e que se preocupam com outras pessoas. Mas enfim...

A minha política de contratação...
  • Pessoas que trabalham presencialmente comigo para contratos sem termo
  • Contrato apenas pessoas que nunca, por algum motivo, me deixaram a duvidar das suas capacidades - se alguma vez duvidei é provável que a pessoa falhe
  • Não leio CV - peço apenas comprovativos das formações (para proteção) e coloco a pessoa à experiência
  • OPINIÃO PESSOAL - Não peço apoios estatais. Se eu confio na pessoa invisto nessa pessoa com todo o risco inerente

Se vais contratar em Portugal...

Boa sorte caro amigo, mas tudo compensa! A carga fiscal é imensa, o despedimento é complicado e não te safas (e ainda bem) de pagar um subsídio de Natal e de Férias, mesmo que a pessoa tenha estado 3 meses de baixa por ter torcido o pé. E se pedes para fazer uma ajuda numa tarefa porque estás com horário cheio, é bom que estejas disposto a pagar horas extra, devidamente tributadas, porque os portugueses não deixam passar uma :P

A minha última experiência de contratação

Foi a Karine. Brasileira, estudante em Portugal, enviou um CV para a empresa. Passado um dia ligou. Passado três dias apareceu. Passado 5 dias estava à experiência. Boa Karine, és parte da equipa!

Eu disse de antemão (e perdoem-me a generalização) que uma brasileira era um problema devido ao segmento de pessoas com quem trabalho... Depois de ela, no período de experiência, ter mostrado um performance brutal, não ter atrasado um segundo um dia e ainda dar "horas extras" à empresa a partir de casa sem eu lhe pedir nada, ter criado indicadores de performance por sua iniciativa, ter implementado processos na sua função com total autonomia... Cativou-me. Além disso, é uma pessoa extremamente ambiciosa que eu sei que algum dia vai querer crescer mais que aquilo que eu consigo oferecer - mas é um grande orgulho para mim ajudar a moldar uma pessoa deste profissionalismo numa grande pessoa de amanhã...

(O @kurtmix prefere portugueses, eu além de antigamente preferir rejeitava qualquer outra proposta, eu apenas queria contratar portugueses. Rapidamente percebi, o profissionalismo não escolhe nacionalidades)

Para concluir (EU ANDO-ME A ESTICAR NO COMPRIMENTO DOS POSTS!!)

  • Não contrato VAs
  • Trabalho com as pessoas pessoalmente
  • Invisto em formação
  • Partilho lucros
  • Apesar da carga fiscal, é tudo feito a partir de PT
  • Dou responsabilidade e mérito
  • TENHO UM GRANDE ORGULHO NA MINHA EQUIPA (espero que eles não leiam isto e gozem comigo)

Irei tentar que algum venha cá contribuir um pouco sobre as políticas de motivação que instituí...

IMPORTANTE (e que ia esquecer)

Não sou chefe, patrão, nada disso. Não me tratam por Sr., Dr., Prof., Sr. Eng., Sr. Dr. Prof., aboli títulos para toda a gente (tenho pessoas com muita mais formação que eu). Sou colega de equipa. Trabalhamos todos para o mesmo lado e todos nos responsabilizamos pelos erros e somos creditados pelos feitos devidos. Teamwork all the way! Vou tentar tirar uma foto de equipa para colocar cá!... :)

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Andddd... done :)

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E por não ser legal em Portugal, não podes ser afiliado noutros países? Claro que há gente a ganhar dinheiro, e esse dinheiro tem de ser declarado. Não entendo o espanto, sou sincero. Ainda por cima operações de exportação, que são isentas de IVA...

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Eu gosto de ser ambicioso nos meus empreendimentos, se calhar estiquei um pouco, mas acho que o @Luís Salvador tem todas as capacidades para fazer algo desta envergadura! :)

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@Luís Salvador, grandes inputs, extremamente práticos... O OP já tem aqui a "papinha toda feita" de alguém que anda a explorar este nicho há mais de 10 anos (acho que não me enganei). :)

Mas gostava de fazer uma sugestão Luís, que gostaria que me desses os teus inputs. Um método de rentabilização "alternativo" e talvez mais duradouro, que consiste na prestação de serviços para profissionais.

Como sabemos, os profissionais/lutadores de wrestling são máquinas de marketing. Precisam de esforços constantes de promoção a nível digital, redes sociais, websites, relações públicas (talvez a mais importante). Se eu estivesse no teu lugar e me quisesse dedicar ao nicho - não sei se é o caso - criaria um serviço de branding e promoção para atletas de wrestling, seguindo as seguintes premissas:

  • Sou o Luís Salvador, campeão de wrestling, especialista em marketing e especialista há mais de 10 anos em wrestling
  • Sei criar comunidades e buzz em torno de atletas e poderei ajudar atletas a ter presenças digitais importantes
  • Tenho relações com websites/fontes noticiosas de todo o mundo que podem impulsionar um atleta
  • Faço gestão de websites e redes sociais para atletas/ligas

Depois venderia todo este processo a atletas em todo o mundo. Existem ligas fora do nosso alcance, mas se criares uma reputação em volta do "Luís Salvador" possas talvez chegar a essas ligas...

Ou então estou a divagar demais :P São apenas sugestões...

Abraço e continua com o bom trabalho!

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Informação útil para muita gente, eu formei-me em engenharia electrónica e ainda estou relacionado parcialmente com esse ramo, mas foquei-me há cerca de 15 anos comecei a interessar-me pela internet/websites. Devido a esse meu interesse comecei a frequentar formações sobre a matéria e também alguns cursos. Precisamente a minha evolução vejo-a um pouco reflectida neste post, e gostei de o ler. Tenho algo a acrescentar em relação a isto:
Primeiramente recomendo que na escolha de um nicho devemos ter sempre em conta que se for do nosso conhecimento é mais fácil de trabalhar o conteúdo, de evoluir, de compreender.
Segundo, recomendo que antes de enveredar por um vertical em concreto só porque parece rentável, é melhor pensar como o vamos fazer crescer, formas optimizadas de o rentabilizar e sobretudo como vamos chegar a esse público alvo.
Terceiro, para ajudar a escolher um vertical e depois os nichos ou micro-nichos que vamos especializar, deixo a dica de olhar em volta... ou seja, por exemplo, um jovem de 17 anos pode olhar atentamente o que os seus amigos gostam, aquilo que eles "consomem", onde existem as lacunas no que eles procuram, etc.
Quarto conselho, não seguir o rebanho, não guiar pelos outros, procurar marcar a diferença. Um exemplo disso é aquelas pessoas que usam por exemplo listas de keywords mais pesquisadas e criam sites para essas keys, mas esquecem que há outras milhares de pessoas a fazer o mesmo... Também há pessoas que seguem o que outros fazem para obter os mesmos resultados, mas como é lógico ao fazer isso levamos um atraso em relação àquilo que estamos a "copiar".
Por último recomendo que depois de definido um vertical ou nicho, procurem mercados diferentes tanto culturalmente como de idioma. O mercado PT temos que admitir que é relativamente pequeno para diversos nichos e a internacionalização do nosso trabalho pode ser um bom caminho. No meu caso foi mesmo o que causou um BUMP na minha vida profissional.
Por vezes basta aplicar aquilo que analisamos no mercado PT e testar no mercado internacional que é imensamente mais vasto e cheio de oportunidades.
Continuação de bom trabalho!

Excelentes inputs @kurtmix. Adicionei ao post inicial! Acho que é muito importante as pessoas perceberem que "keyword tools" são acessíveis a toda a gente com ligação à internet e que crie websites. Como tal, o "não seguir a manada" é fundamental se queremos criar condições para o sucesso. Essas ferramentas podem ajudar-nos a orientar para um objetivo/nicho, mas se vamos seguir as suas indicações "cegamente" o mais provável é acabarmos a competir com centenas de outras pessoas que fazem isto há mais tempo que nós.

O "olhar em volta" é talvez a mensagem mais forte. Porque se estivermos atentos ao que o mercado nos diz rapidamente descobrimos desejos que conseguimos satisfazer. Colocar-nos na pele do consumidor é fundamental para perceber o que conseguimos suprimir e onde conseguimos fazer a diferença.

@Luís Salvador, espero poder contar com mais contribuições dos "power users" desta comunidade para revitalizarmos isto :)

Obrigado @Miguel Lucas e @raugusto!

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@spykerGM Atualmente apenas SO. Não vamos avançar com mais nada nem estamos a aceitar novos afiliados. Poderemos aceitar pessoas aqui do fórum que mostrem interesse em trabalhar e nos queiram ajudar a crescer, mas temos outras modalidades de "afiliação" que são mais interessantes. Novidades em breve! :P

@kurtmix Eu percebi, estava apenas a fazer uma ressalva! Eu concordo com o que te dizes, especialmente quando as afiliações são feitas nestas plataformas iDev, que têm uma conotação negativa associada por muitas lojas/serviços já darem banhadas.

Relativamente às comissões: o standard são 10% em todos os produtos. Podemos lançar cupões para os afiliados e baixar a margem em 1 ou 2%, mas que acaba por compensar em volume. O caso dos 40% diz respeito a moldes muito específicos de afiliação com parceiros selecionados. Estes casos falo só em privado ou em reunião porque envolvem um tratamento logístico separado e mais complexo.

Apesar disso, podemos lançar promoções ocasionais para afiliados onde damos 35% da comissão, mas estas iniciativas têm sido diminutas especialmente em altura de fim de ano.

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Não tenho feedback dessa plataforma, mas o que é certo é que se tem multiplicado nos últimos anos as plataformas de afiliados e de ads em geral. De inicio achei que era positivo, mas tenho vindo a constatar que afinal não é assim tão positivo. Além disso aumentaram os casos de fraudes e/ou plataformas que não pagam. Eu já tive problemas com a netaffiliation a nível de afiliados e com diversas outras a nível de ads, por exemplo a adhitz.com estou com litígio porque não querem pagar.
É preciso ter cautela porque algumas delas são fraude mesmo.

Concordo a 200% com este comentário, mas posso assegurar que se a conta não infringiu nenhuma lei ou violou os TOS, todas as dívidas são saldadas. Neste caso não é fraude, pelo menos enquanto eu estiver em frente dela.

Se eventualmente passar para outra empresa, não me poderei responsabilizar :(

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Olá @jfzamith,

A plataforma é minha. Para quem não conhece, trabalha diretamente com o stock-off.com e é o seu programa de afiliados.

Fiquei preocupado com a intervenção do OP e liguei rapidamente a um funcionário fora de horas a ver o que se passava com este utilizador em questão. Felizmente os usernames coincidem. Permite-me a posição relativamente defensiva neste post, mas existem algumas inverdades neste tópico.

Não demoramos uma eternidade a aprovar. As tuas comissões mais antigas são de dia 12 de Dezembro. Menos de 30 dias atrás. Em altura de Natal, e ainda com 14 dias para efeitos de arrependimento (essa legislação está disponível online) como poderemos aprovar as comissões? Além que o utilizador geralmente não paga na hora e a mercadoria ainda demora uns dias a chegar. Esta afirmação parece-me altamente injusta.

Não demoramos uma eternidade a pagar. Vou só deixar aqui uma breve achega ao processo: quando nos chega uma fatura de afiliados, demoramos no máximo 30 dias a pagar. No entanto, não vamos contribuir para a comum ilegalidade nestas operações, sendo que só pagamos comissões quando nos é apresentado um documento válido para pagamento (fatura).

Tendo isto em conta, poderás entrar em contacto direto comigo ou intermediando com a pessoa que te registou na nossa plataforma, para brevemente processarmos as tuas comissões e fazermos o pagamento.

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Obrigado pela  resposta.
Um site de notícias de futebol.
Tráfego PT-PT, maioria facebook.
De momento ainda não tenho monetizaçao no site.
Tem cerca de 4 dias e cerca de 100 mil views.


Problema #1 - Origem do tráfego & idade do site

Sendo maior parte do teu tráfego da origem do Facebook, a sua rentabilização é mais complexa. É perfeitamente possível rentabilizar esse tráfego, mas o potencial de rentabilização é mais reduzido. Ao mesmo tempo, tens o site há 4 dias e não tens forma de conhecer o perfil do teu utilizador.

Possível solução

Continua o trabalho de atualização do site e direção de tráfego. Disseca o teu público alvo e tenta definir num conjunto de variáveis sócio-demográficas para rentabilização. Por exemplo: Homens, dos 24 aos 45 anos, interessados em desporto (quantas mais variáveis melhor).

Posteriormente tenta perceber o comportamento do utilizador no site. Por exemplo: o meu público navega em cerca de três ou quatro páginas, 5% subscreve a newsletter, passam 0:30 segundos no website.

Constrói a comunidade

Com o passar do tempo e com as variáveis do utilizador, vais tentar melhorar o "comportamento" do utilizador no teu website. Ora se o utilizador passa apenas 30 segundos no site, vamos tentar que ele passe mais tempo. Vamos inserir artigos relacionados, banners para outros artigos relevantes para o teu utilizador, etc, etc. A retenção do utilizador é fundamental.

Se o teu conteúdo for relevante, começa a recolher assinaturas de newsletters. Oferece conteúdo exclusivo, newsletter diária com as notícias principais, qualquer coisa que o teu utilizador, que tu já conheces bem nesta altura, queira receber. Analisando rapidamente, se eu fosse um desses utilizadores, potencialmente estava interessado em receber uma newsletter diária com as principais notícias e quem sabe uns prognósticos para apostar no Placard.

Rentabiliza

Conhecendo a tua audiência, chega a parte prática de a rentabilizar. Os parágrafos anteriores servem apenas para refletir a importância de conhecer a tua audiência para depois lhes venderes um produto.

Caso prático #1

Homens dos 25 aos 45, interessados em desporto, estarão eventualmente interessados em comprar umas sapatilhas de corrida. Comunica com eles através de um método que utilizes (email, post, etc) e diz-lhes:

Se tu gostas de desporto, provavelmente já pensaste em dar umas corridas ao fim de semana. No showroomprivé, existe uma campanha da Nike com 30% de desconto nestas sapatilhas que são perfeitas para corredores de ocasião. (vende uma utilidade)

Se tu gostas de desporto, já pensaste em apostar na tua equipa? Nós temos cinco guias que explicam como podes apostar.

Experimenta outras abordagens também. Fala com as empresas que compram tráfego e vende-lhes o teu site. Apresenta estatísticas relevantes e explica porque é que o teu site é o mais relevante para eles. Para isso trabalha o comportamento do utilizador no teu site.

TLDR

  • Migra os utilizadores do Facebook para o teu site
  • Conhece a tua audiência
  • Contacta diretamente com eles
  • Rentabiliza a tua audiência



O Holy Grail do blogging... o que eu considero ser o melhor exemplo deste fórum na construção de comunidades: @Carlos Gandra. Vê o que ele fez na sua comunidade (Mundo dos Animais) a nível de UX e conteúdos. Aprende com este exemplo como reter utilizadores e como escrever bom conteúdo.

Não sei como é que o @Carlos Gandra rentabiliza o seu website... mas acredita que no meu caso, eu contactava, por exemplo, todas as marcas existentes de ração para animais e eles estavam a comprar publicidade e sponsored posts no meu website. Por uma questão de responsabilidade editorial e isenção o Carlos talvez não o faça, mas eu faria isso mesmo.



TLDR (não quero saber da teoria que para aí falas EDITION)

  • Saca emails e vende
  • Vende tráfego com redirects
  • Pops e overlays para tráfego facebook
  • Cookie stuffing com overlays para gambling offers

Qualquer destas opções destrói a tua comunidade a curto/médio prazo... Bom trabalho!

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Outra coisa interessante dos verticais, é a facilidade quando se recebe um anunciante que quer anunciar para produto X e publico Y e se poder dar uma rede enorme de possibilidades de trafego identico em diversos canais. Aconteceu comigo há um ano atrás de varios anunciantes chineses quererem anunciar lojas de roupa numa das minhas paginas e eu acabar a vender em 2 sites e mais de 10 paginas por terem publicos identicos.

Jóni, adicionei este excerto ao post inicial... Excelente contribuição e muito relevante, obrigado! :)

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Obrigado @whatsupp e @Carlos Gandra pelas palavras! Espero que gostem dos próximos conteúdos... Estes iniciais são abordagens maioritariamente conceptuais mas que prometo materializar em casos concretos para uma abordagem teórico-prática.

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Olá discoj,

Podes por favor responder a umas questões para te tentar ajudar mais profundamente?

1. Qual o vertical/nicho que trabalhas? As notícias são generalistas? Mais informações sobre verticais
2. Qual a origem do teu tráfego e em que percentagens aproximadamente?
3. Que métodos de rentabilização utilizas atualmente e porque é que procuras mudar?


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