Mensagens - Diogo Pinto

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Sugiro que procures uma contabilista, e diferente da atual, porque qualquer contabilista que trabalhe no panorama atual das empresas portuguesas está pelo menos familiarizada com o conceito de vendas de produtos virtuais.

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Conversa Geral / Re: Estrutura links Silo - Forçar?
« em: 20/Jul/2017 18:40 »
Nem o site... Primeiramente na home, só irias linkar páginas que fazem parte do topo do SILO, neste caso, talvez pudessem ser as categorias, e depois, dentro de cada SILO (ex: comportamento) os links nessa categoria SÓ poderiam linkar para artigos da MESMA categoria.

Eu na minha humilde opinião acho que este tipo de estrutura já deixou de ter efeito, porque ele tinha como objetivo aumentar a relevância do site para determinado assunto construindo quase como um "mini-site" dentro do próprio site e atualmente o Google já analisa bem mais página à página do que fazia anteriormente.

O site está claramente construído em SILO (sem querer, ou não). E os rankings que tem no Google mostra bem os resultados.

Página inicial: últimos artigos

Tópico - Animais de estimação
---- Tópico - Gatos
    ---- Tópico - Raças De Gatos
    ---- etc...
---- Tópico - Cães
    ---- Tópico - Raças de Cães
    ---- etc

Por aí fora. Isto é um silo - são categorias independentes a funcionar de forma isolada, mas interligadas entre si.

Na minha opinião (e nos resultados que tenho obtido) as estruturas em SILO devem ser utilizados para sites de conteúdo diverso, desde que as páginas principais tenham conteúdo relevante e optimizado.

Estes são os resultados da optimização de SEO onpage em 30 dias de um site empresarial (grupo de empresas) que tem diversas empresas, para as duas principais keyords (que são sub-tópicos). A sua estrutura é semelhante à do mundodosanimais. (30 dias desde a optimização, sem off page SEO)





(Google.co.uk - primeira imagem 79k MS, segunda imagem 45k MS - a concorrência não é fácil)

O que recomendo sempre é que o site faça sentido. E as estruturas em SILO fazem muito sentido, cada vez mais, para sites de conteúdo diverso. Criar um silo, é, na minha opinião (que vale zero no meio de tantos de milhares de opiniões diferentes) organizar a casa. E como diz o @kurtmix, seguir o rebanho é a última coisa que se deve fazer.

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Conversa Geral / Re: Estrutura links Silo - Forçar?
« em: 19/Jul/2017 17:04 »
Essa estrutura é importante não só para os motores de pesquisa (que deves esquecer para já) mas para o teu visitante.

Vê aqui uma boa estrutura em silo: www.mundodosanimais.pt

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Conversa Geral / Re: Imagem surge "em segundo plano"
« em: 13/Jul/2017 15:46 »
Existe ainda alguma forma de colocar o logótipo responsive?
Desculpa já estar a abusar. :/


Código: [Seleccione]
@media (max-width: 991px) {
.page-header {
    min-height: 45vh !important;
}
}

Isto um bocado martelado...

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Conversa Geral / Re: Imagem surge "em segundo plano"
« em: 13/Jul/2017 14:49 »
Adiciona isto no teu css:

Código: [Seleccione]
.header-filter:before, .header-filter:after {
display: none !important;
}

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Para o estrangeiro podes ter afiliados. Estás a promover um programa legal em outros países, do lado de Portugal apenas tens de declarar os ganhos em recibo verde que creio que por internacional está isenta de IVA.

No entanto o dinheiro vem do estrangeiro e o recibo será passado a uma entidade estrangeira pelo que terás que estar apto para transações internacionais dentro da comunidade (isto se o dinheiro vier da UE)

Aproveito a boleia e pergunto em que enquadramento estão os webmasters que fazem serviços destes ou semelhantes.

Eu estava como em "outros" vulgo 1519 e as finanças sugeriram-me mudança para outro que fala em portais web.

Marketing e Publicidade. Para todos os efeitos, estás a efetuar um serviço de publicidade e os teus ganhos recorrentes daí provêm.

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Conversa Geral / Re: Equipa Portuguesa do Facebook
« em: 04/Jul/2017 22:18 »
Em Portugal a equipa é muito reduzida e só o country manager tem um pequeno escritório, mas apenas para reuniões com grandes anunciantes.
Envia-me mensagem sobre o que queres em concreto para encaminhar.

Tens equipa PT em dublin... e estão dispostos a ajudar não só os grandes anunciantes

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Qual é o perfil do teu utilizador?

Sugestões por alto: betting offers (bet.pt, e outras casas de apostas)

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Divulgação de projectos / Re: Em Nome do Cinema
« em: 06/Jan/2017 16:44 »
Gostei especialmente das categorias de "Listas", mas a partir do momento em que reparei que o clickjacking (ou o likejacking) é prática, fechei o site e não tenciono voltar a abrir. :( Conselho: evita essas práticas!

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Bem, grande tópico que explica bem a importância das pessoas certas na nossa equipa, embora não compactue com os VA (especialmente Filipinos), já vou explicar mais abaixo porquê.

Na minha opinião delegar é fundamental - e na minha experiência nada é mais eficaz que um contrato de trabalho ou a existência de um espaço físico onde as pessoas partilham processos, procedimentos e, sobretudo, tempo juntas. Explico em baixo também porquê.

O meu passado com VAs...

Para contexto, VA = Virtual Assistant

1/09/2015: Contratei um VA filipino, propôs pagar cerca de 250$ e ele dispunha de um período trabalho de cerca de 12 horas para mim. Eu fiquei extremamente preocupado com o facto de ter alguém disposto a "escravizar-se" por esse valor (nem estou a brincar) e propus imediatamente que apenas queria a sua ajuda durante 4 horas por dia (durante a noite em PT para estarmos os dois online) e pagar 120$. Ele poderia arranjar outras parcerias ao mesmo tempo.

PROBLEMA: rapidamente descobri que eu não tinha um virtual assistant. Tinha dezenas deles, que trabalhavam em escritórios e assumiam a personagem de apenas um. Isto foi aparente após cerca de 2 semanas quando se lia um texto em inglês e percebias que tinha sido escrito por três pessoas diferentes. Abordei um grande nome nesta indústria e pedi referências e rapidamente me explicou que nestes escritórios, eles contratam pessoas a ganhar salários míseros e a gerir várias pessoas, criando personagens fictícias...

Não quis compactuar com isto e senti-me defraudado... VA nunca mais.

Antes de contratar - associar

Isto é matéria para um futuro post. Pesquisem: teoria de Herzberg. Mas resumidamente...

Em todos os negócios que tenho, ou tenho um "braço direito" ou sou o braço direito. Isto é fundamental - eu dou às pessoas que querem sentir responsabilização e motivação para trabalhar todas as ferramentas. Incluo-as nos meus projetos, além de pagar dividendos, divido revenues. E não estamos a falar apenas de negócios online, isto acontece maioritariamente em negócios offline.

Isto traz (como já infelizmente me aconteceu) um grande risco associado de desilusão... mas a desilusão é uma aprendizagem. Atualmente, e recomendo que tenham cuidado, apenas faço contratos tácitos e verbais com pessoas da minha confiança máxima para ocuparem "essas posições". Não queiram, especialmente em Portugal, ter uma empresa em sociedade, se são pessoas emocionais e que se preocupam com outras pessoas. Mas enfim...

A minha política de contratação...
  • Pessoas que trabalham presencialmente comigo para contratos sem termo
  • Contrato apenas pessoas que nunca, por algum motivo, me deixaram a duvidar das suas capacidades - se alguma vez duvidei é provável que a pessoa falhe
  • Não leio CV - peço apenas comprovativos das formações (para proteção) e coloco a pessoa à experiência
  • OPINIÃO PESSOAL - Não peço apoios estatais. Se eu confio na pessoa invisto nessa pessoa com todo o risco inerente

Se vais contratar em Portugal...

Boa sorte caro amigo, mas tudo compensa! A carga fiscal é imensa, o despedimento é complicado e não te safas (e ainda bem) de pagar um subsídio de Natal e de Férias, mesmo que a pessoa tenha estado 3 meses de baixa por ter torcido o pé. E se pedes para fazer uma ajuda numa tarefa porque estás com horário cheio, é bom que estejas disposto a pagar horas extra, devidamente tributadas, porque os portugueses não deixam passar uma :P

A minha última experiência de contratação

Foi a Karine. Brasileira, estudante em Portugal, enviou um CV para a empresa. Passado um dia ligou. Passado três dias apareceu. Passado 5 dias estava à experiência. Boa Karine, és parte da equipa!

Eu disse de antemão (e perdoem-me a generalização) que uma brasileira era um problema devido ao segmento de pessoas com quem trabalho... Depois de ela, no período de experiência, ter mostrado um performance brutal, não ter atrasado um segundo um dia e ainda dar "horas extras" à empresa a partir de casa sem eu lhe pedir nada, ter criado indicadores de performance por sua iniciativa, ter implementado processos na sua função com total autonomia... Cativou-me. Além disso, é uma pessoa extremamente ambiciosa que eu sei que algum dia vai querer crescer mais que aquilo que eu consigo oferecer - mas é um grande orgulho para mim ajudar a moldar uma pessoa deste profissionalismo numa grande pessoa de amanhã...

(O @kurtmix prefere portugueses, eu além de antigamente preferir rejeitava qualquer outra proposta, eu apenas queria contratar portugueses. Rapidamente percebi, o profissionalismo não escolhe nacionalidades)

Para concluir (EU ANDO-ME A ESTICAR NO COMPRIMENTO DOS POSTS!!)

  • Não contrato VAs
  • Trabalho com as pessoas pessoalmente
  • Invisto em formação
  • Partilho lucros
  • Apesar da carga fiscal, é tudo feito a partir de PT
  • Dou responsabilidade e mérito
  • TENHO UM GRANDE ORGULHO NA MINHA EQUIPA (espero que eles não leiam isto e gozem comigo)

Irei tentar que algum venha cá contribuir um pouco sobre as políticas de motivação que instituí...

IMPORTANTE (e que ia esquecer)

Não sou chefe, patrão, nada disso. Não me tratam por Sr., Dr., Prof., Sr. Eng., Sr. Dr. Prof., aboli títulos para toda a gente (tenho pessoas com muita mais formação que eu). Sou colega de equipa. Trabalhamos todos para o mesmo lado e todos nos responsabilizamos pelos erros e somos creditados pelos feitos devidos. Teamwork all the way! Vou tentar tirar uma foto de equipa para colocar cá!... :)

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Andddd... done :)

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E por não ser legal em Portugal, não podes ser afiliado noutros países? Claro que há gente a ganhar dinheiro, e esse dinheiro tem de ser declarado. Não entendo o espanto, sou sincero. Ainda por cima operações de exportação, que são isentas de IVA...

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Eu gosto de ser ambicioso nos meus empreendimentos, se calhar estiquei um pouco, mas acho que o @Luís Salvador tem todas as capacidades para fazer algo desta envergadura! :)

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@Luís Salvador, grandes inputs, extremamente práticos... O OP já tem aqui a "papinha toda feita" de alguém que anda a explorar este nicho há mais de 10 anos (acho que não me enganei). :)

Mas gostava de fazer uma sugestão Luís, que gostaria que me desses os teus inputs. Um método de rentabilização "alternativo" e talvez mais duradouro, que consiste na prestação de serviços para profissionais.

Como sabemos, os profissionais/lutadores de wrestling são máquinas de marketing. Precisam de esforços constantes de promoção a nível digital, redes sociais, websites, relações públicas (talvez a mais importante). Se eu estivesse no teu lugar e me quisesse dedicar ao nicho - não sei se é o caso - criaria um serviço de branding e promoção para atletas de wrestling, seguindo as seguintes premissas:

  • Sou o Luís Salvador, campeão de wrestling, especialista em marketing e especialista há mais de 10 anos em wrestling
  • Sei criar comunidades e buzz em torno de atletas e poderei ajudar atletas a ter presenças digitais importantes
  • Tenho relações com websites/fontes noticiosas de todo o mundo que podem impulsionar um atleta
  • Faço gestão de websites e redes sociais para atletas/ligas

Depois venderia todo este processo a atletas em todo o mundo. Existem ligas fora do nosso alcance, mas se criares uma reputação em volta do "Luís Salvador" possas talvez chegar a essas ligas...

Ou então estou a divagar demais :P São apenas sugestões...

Abraço e continua com o bom trabalho!

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Informação útil para muita gente, eu formei-me em engenharia electrónica e ainda estou relacionado parcialmente com esse ramo, mas foquei-me há cerca de 15 anos comecei a interessar-me pela internet/websites. Devido a esse meu interesse comecei a frequentar formações sobre a matéria e também alguns cursos. Precisamente a minha evolução vejo-a um pouco reflectida neste post, e gostei de o ler. Tenho algo a acrescentar em relação a isto:
Primeiramente recomendo que na escolha de um nicho devemos ter sempre em conta que se for do nosso conhecimento é mais fácil de trabalhar o conteúdo, de evoluir, de compreender.
Segundo, recomendo que antes de enveredar por um vertical em concreto só porque parece rentável, é melhor pensar como o vamos fazer crescer, formas optimizadas de o rentabilizar e sobretudo como vamos chegar a esse público alvo.
Terceiro, para ajudar a escolher um vertical e depois os nichos ou micro-nichos que vamos especializar, deixo a dica de olhar em volta... ou seja, por exemplo, um jovem de 17 anos pode olhar atentamente o que os seus amigos gostam, aquilo que eles "consomem", onde existem as lacunas no que eles procuram, etc.
Quarto conselho, não seguir o rebanho, não guiar pelos outros, procurar marcar a diferença. Um exemplo disso é aquelas pessoas que usam por exemplo listas de keywords mais pesquisadas e criam sites para essas keys, mas esquecem que há outras milhares de pessoas a fazer o mesmo... Também há pessoas que seguem o que outros fazem para obter os mesmos resultados, mas como é lógico ao fazer isso levamos um atraso em relação àquilo que estamos a "copiar".
Por último recomendo que depois de definido um vertical ou nicho, procurem mercados diferentes tanto culturalmente como de idioma. O mercado PT temos que admitir que é relativamente pequeno para diversos nichos e a internacionalização do nosso trabalho pode ser um bom caminho. No meu caso foi mesmo o que causou um BUMP na minha vida profissional.
Por vezes basta aplicar aquilo que analisamos no mercado PT e testar no mercado internacional que é imensamente mais vasto e cheio de oportunidades.
Continuação de bom trabalho!

Excelentes inputs @kurtmix. Adicionei ao post inicial! Acho que é muito importante as pessoas perceberem que "keyword tools" são acessíveis a toda a gente com ligação à internet e que crie websites. Como tal, o "não seguir a manada" é fundamental se queremos criar condições para o sucesso. Essas ferramentas podem ajudar-nos a orientar para um objetivo/nicho, mas se vamos seguir as suas indicações "cegamente" o mais provável é acabarmos a competir com centenas de outras pessoas que fazem isto há mais tempo que nós.

O "olhar em volta" é talvez a mensagem mais forte. Porque se estivermos atentos ao que o mercado nos diz rapidamente descobrimos desejos que conseguimos satisfazer. Colocar-nos na pele do consumidor é fundamental para perceber o que conseguimos suprimir e onde conseguimos fazer a diferença.

@Luís Salvador, espero poder contar com mais contribuições dos "power users" desta comunidade para revitalizarmos isto :)

Obrigado @Miguel Lucas e @raugusto!

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